assine

Newsletter

a aa
26 02

Plano de saúde animal: ter ou não?

Publicado em 26 de Feb de 2015 por Marília Alencar Comentar

Aquecimento do mercado pet cria demanda pelo serviço de precaução com a saúde

Texto Tamara Gaspar/ Foto: Pinterest Puppies / Reprodução

Cachorrinho

(Foto: Pinterest Puppies/ Reprodução)

Quem tem um peludo sabe muito bem quais são os gastos para cuidar da sua saúde. Consultas ao veterinário, vacinas, exames, sem contar banhos e outros procedimentos indispensáveis para manter o animal saudável, podem comprometer a renda da família. Diante da questão, muitas pessoas têm recorrido aos planos e seguros de saúde animal. A zelosa mãe de Paçoca, um Golden Retriever de 3 anos, Andrea Ber, de São Paulo, apostou no plano de saúde e garante: fez a escolha certa.

“É tudo muito profissional, e a mensalidade que pago sai mais barata que uma consulta”, aponta. Além das facilidades citadas, Andrea já viu o serviço fazer diferença. Após uma intoxicação alimentar, Paçoca teve de ir às pressas para o pronto-socorro e o atendimento foi imediato. “Não precisei preencher nada. Não sei nem quanto custou todo o atendimento e ele ainda ficou em uma ala diferenciada”, relata.

PRÓS E CONTRAS

Apesar de todas as facilidades, é importante pontuar as vantagens e desvantagens antes de contratar o serviço. Para começar, os planos de saúde para animais existem desde 1998, autorizados pela resolução 947, e são regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Entretanto, diferentemente dos planos para humanos, eles não têm procedimentos inclusos regularizados, ou seja, cada empresa oferece os produtos que quiser. Por isso, atenção ao assinar um contrato. Outro ponto a se levantar é em relação à frequência com que o animal vai ao veterinário. O ideal é fazer uma média anual dos custos das idas ao consultório e checar se o valor gasto com a mensalidade é maior ou menor que o das consultas individuais.

Se o animal exige cuidados especiais, o plano ou seguro pode ser interessante; já se a visita ao veterinário é esporádica, as mensalidades podem sair mais caras que as consultas particulares. O tempo de carência e a cobertura para doenças preexistentes devem ser apontados no contrato, para evitar gastos com despesas extras. De todo modo, com ousem o serviço, caso seu pet precise de cuidados, nunca deixe de fornecer tratamento adequado a ele. “Quem não pode pagar deve buscar os hospitais universitários, os hospitais veterinários públicos ouas ONGs”, indica Benedito. Para ajudar na escolha, listamos os tipos de planos existentes no mercado.

Revista Meu Pet / Edição 19

Comente!