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Os cachorros não nascem sabendo nadar e podem correr risco de afogamento

Publicado em 07 de Nov de 2017 por Victoria Bassi Comentar

Aquele papo de que os pets já nascem sabendo nadar é mentira, já que bater as patas é apenas um instinto de sobrevivência animal. Entenda

Texto Camila Rodrigues | Foto Shutterstock | Adaptação web Victoria Bassi

Não é raro ver um cachorro feliz dentro de uma piscina. Porém, nem todos os peludos gostam ou sabem nadar como se imagina. “A maioria dos pets fica batendo as patas para não se afogar. Diferentemente do que as pessoas pensam, isso não é um estilo, mas um instinto de sobrevivência do animal”, explica Adriane Heiko Tomimassu, médica veterinária do Centro Veterinário Pacaembu (SP).

De acordo com a veterinária, algumas raças são mais habilidosas quando estão na água, mas fatores externos podem dificultar o desempenho. “Bichos que estão acima do peso geralmente têm problemas para nadar, porque ficam cansados e podem se afogar”, salienta.

Para os peludos braquicefálicos (de focinho achatado) é ainda mais complicado, pois eles não conseguem manter a cabeça para fora da água, por causa da anatomia do corpo. Isso dificulta seus movimentos de nado. Para esses mascotes, Adriane ensina um macete: “O uso de colete salva-vidas específico para animais pode ajudá-los a manter a cabeça para fora da água.”

Revista Meu Pet Ed. 23

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